sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A mistura do rock que deu certo: Amaranthe

Fala povo! Boa sexta feira!!
Hoje o negócio aqui vai ser ROCK! \m/ yeah!



Pra ser honesto, até 24 horas atrás o post seria sobre outra coisa, porém, graças à intervenção do Tiago, um grande amigo, a coisa mudou completamente seu rumo ontem à noite.

Tiago jogou na minha timeline do FB ontem a noite uma bomba relógio! Me apresentou uma banda de rock que eu não conhecia que fez minha mente explodir em pedaços!! Ele até tinha tentado me mostrar antes (estou me redimindo aqui Tiago, desculpas U/\U ) mas eu com certeza estaria atucanado quando tentou e acabei passando batido e deixando de conhecer na época... me arrependo.

Acontece que depois daquele clipe, eu acabei assistindo o canal inteiro de Youtube dos caras e ainda na sequência corri pro Google, li sobre eles e fui direto catar redes sociais da banda!  Simplesmente eles vão direeeeeto pro meu player! Prevejo (me conhecendo) ouvi-los pelas próximas semanas incansavelmente.
Falo da banda sueca-dinamarquesa Amaranthe.

De esquerda para direita: Elize, Morten, Jake, Olof, Johan e Henrik.

Este meu amigo conhece meus gostos musicais e as bandas que costumo ouvir com mais frequência e que são definitivamente algumas das minhas favoritas (Van Canto, Nightwish, Linkin Park e até a extinta After Forever, dentre outras) e os caras de Amaranthe, sem querer desmerecer a originalidade do som deles, são tipo, a mistura de tudo isso acima. Eles são demais!!!! \m/



Primeiramente o som dos caras é muito diferente do que você já ouviu! Prepare seus ouvidos!
Pense em Power Metal, transitando o Pop eletrônico e indo até os gritos guturais do Death Metal, acrescente boas letras e clipes elaborados e “voilá” eis que temos Amaranthe!

Especializados a enquadram como uma banda de Power e Death metal melódico (se é que isso é possível).  Acho que a melhor maneira de descrevê-los seria: Bagunça sonora de muitos gêneros misturados que acabou dando certo! Eu até sugeriria pensar neles como um prato elaborado de gourmet, você pode acabar encontrando uma infinidade de gostos de diversos elementos num único prato.
A vocal feminino da banda, Elize Ryd, tem um estilo vocal que fãs de bandas de metal com voz principal feminina vão curtir. É um estilo limpo, fino, e firme. Daí surge do nada Jake E, o vocal masculino que me lembrou por diversas vezes o Philip “Sky” Schunke do Van Canto. Sabe aquele vocal masculino marcante, o tipo que chega marcando presença? Ele é bem assim.

Numa outra analogia com comida (Não, não estou com fome, mas é a melhor maneira de descrever esta banda, todos já comeram, então sabem ao que me referirei :P ): Na mistura do som do Amaranthe pense na Elize como aquele toque de mel no prato,  o Jake traz o salgado e aí, sem você perceber, EXPLODE o picante do Andy Solveström que traz aquele gutural poderoso! (Detalhe: Em 2014 Andy, que tinha resolvido sair da banda por questões pessoais é substituído por Henrik Englund)

O som dos caras é veloz e preciso, com guitarras bem executadas, bateria forte e acentuada e vocais parelhos, tudo na medida certa. Eu acredito que não somente quem curte metal vai curtir esta banda, pois eles englobam tantos estilos juntos que com certeza conseguem agradar gregos e troianos.


O bom da banda é que eles são completos, conheço muitas bandas boas de som e ruins na parte visual, ou vice-versa e aqui tudo está bem colocado. Som super bacanudo, clipes elaborados, com bons efeitos e visual de banda consistente, nada de vestuário brega.

Olha... Fazia tempo que não via e ouvia algo tão bom! Usualmente as bandas que acompanho são antigas no mercado e vem de um patamar de tempos diferentes, mais completas, já bandas novas, sem querer desmerecer e sem generalizar, sinto que vem de fábrica com algum default, Não é o caso de Amaranthe que é relativamente nova, já que foi formada em 2008.

Atualmente eles tem 3 álbuns lançados, a cada qual melhor! Amaranthe em 2011, The Nexus em 2013 e atualmente eles estão com Massive Addictive lançado este ano. Os 3 álbuns possuem além de boa música artes muito boas também! Dá pra ver o cuidado na produção deles, da gosto de ouvir e ter! Confesso que em 24 hs só poderia conseguir o som deles pela Internet (o que fiz), mas eu sou saudosista, gosto de ter CDs em mãos, e os 3 já estão na minha lista de próximas compras! E se duvidar já compro uma camiseta deles junto! Hahaha!

Eu particularmente me apaixono por eles cada vez mais, a cada faixa que passa... Se ouvir os 3 álbuns na sequencia você pode notar a evolução da banda de maneira gradativa, os caras conseguem ficar melhores a cada faixa...e inacreditavelmente não houve faixa que eu não gostasse! Lógico, algumas eu curti mais do que outras, mas no geral pode ouvir e comprar sem medo o trabalho deles!

Abaixo vou deixar 3 clipes deles, um de cada álbum, meus favoritos, para você ver eles agora mesmo!

Do primeiro álbum, o primeiro clipe oficial da banda; Hunger:



Do segundo, The Nexus, ô clipe SENSACIONAL!:

(Levante a mão quem lembrou da Thalia neste clipe! o/ Hahaha!)

Do último álbum Drop Dead Cynical (por falta de Trinity, que tô loco para que saia!):



Bom, espero tenham gostado da resenha, e que tenham ficado com vontade ou curiosidade de conhece-los, tentei dar minha opinião crua e direta como de costume, e se ouvirem eles deixem aqui abaixo nos comentários o que acharam!! Quero ler o que vocês opinam sobre seu som! 
Se gostou do post curte ele e compartilha nas tuas redes! Vamos espalhar a boa música pelo mundo!!! 

OBRIGADO TIAGO! Tu acertou em cheio velho! Este post demonstra o quanto gostei da tua indicação!

Nos falamos semana que vem! Abração barbudo loco de especial para todos! 
Bom finde! o/



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