domingo, 19 de fevereiro de 2017

U&B: Uma aventura interativa - Capítulo 3

Fala guerreiros e guerreiras! Zentiiii!!!

Gente! O Thor deu o seu ar da graça por aqui hoje!!!
Demoramos para postar pois a tempestade elétrica forte acabou gerando uma queda na eletricidade e com o novo capítulo no PC só restou aguardar a luz voltar.  :/

Mas cá estamos! Tem mais um novo capítulo saíndo e continuamos adiante nossa aventura então, quase meia noite, mas chegamos!!! \o/
Só que antes precisamos falar da opção mais votada da semana que foi:



Então bora lá! A escolha de vocês é quem comanda e vamos descobrir aonde esse caminho levará!
Boa leitura!!!

Capítulo 3

Continuei adiante sem questionar nada, mesmo que a minha cabeça fosse invadida por milhões de perguntas! Subimos a estreita escada de madeira no fim do corredor uns três andares e fomos parar num corredor mais iluminado, com muitas portas a frente e muito mais silencioso.
Os irmãos me levaram até um cômodo aberto no fim do corredor, era um lugar bem grande, as luzes da tarde entravam pela janela em feixes que iluminavam tudo e davam um brilho amarelado a todas as armas que as paredes carregavam. Eram escudos, machados, espadas, lanças, todos pendurados por todo lado e de todas as formas e tamanhos daqueles que tanto vi em livros e sites de cultura nórdica durante minha vida.

Era como um antigo museu viking. Aliás, eu já achava que havia algo muito nórdico naquele lugar desde que cheguei, eu leio, uso internet, eu gosto do assunto desde sempre e estava claro que eu tinha sido raptado e estava em algum lugar da Escandinávia, só não sabia onde.
E não me entendam mal, é claro que eu sentia falta da minha família e as pessoas da minha vida mas eu estava em meio a um lugar que eu sempre tentei imaginar como seria, os países escandinavos dizem que são muito bonitos e de fato são.
Os irmãos me levaram para um canto daquela "sala de armas" e eu nem cogitei em perguntar nada de onde estávamos porque a cara deles de fato não era das melhores. Eles caminharam um pouco a minha frente e cochicharam algo antes de sentarem em um extremo do enorme banco de madeira coberto por pelegos de todos os tons possíveis que as ovelhas podem ter.
Thjálfi me pediu para sentar junto deles com tom sombrio e pausado, sem hesitar sentei e perguntei o que houve.

Os irmãos me falaram que eles foram proibidos de falar comigo sobre como eu tinha chegado lá pelo próprio "senhor" e que de fato parte das minhas suspeitas eram reais.
Eu ia começar a metralhar milhões de perguntas mas Röskva me fez sinal de permanecer calado e Thjálfi continuou a falar:

- Nós estamos nos campos de Thrudvangar, dentro de uma sala de Bilskirnir, o grande salão e aquele que você não deveria de ter encarado lá embaixo é o nosso senhor e o senhor deste salão e até destas terras, o poderoso Thor, senhor do trovão!

Por um momento parei, e olhei diretamente para a cara dos irmãos e até a do homem que estava lá no fundo do salão, lustrando ou limpando uma espada e nos encarando ao longe, voltei aos irmãos que me olhavam com preocupação e comecei a rir, rir sem parar!
Röskva olhou para Thjálfi que levantava as mãos em sinal de não entender o porquê de eu rir, eu parei.

-Podem falar sério agora, o que está havendo?

Röskva me olhou séria e segurando minhas mãos me falou que realmente era aquilo e que para os humanos normalmente é difícil de entender. Ela estava fria, e séria.
Thjálfi me explicou que realmente era verdade, e que aquilo lá embaixo que pareceu efeitos especiais como eu falei, sem ele entender o que era, era tudo verdade, aquele era Thor, senhor dos trovões e protetor de Midgard!

Eu não sabia se ficava mais preocupado com o fato do Thjálfi novamente não entender coisas básicas que eu falava como telefone, internet, televisão ou filmes ou com o fato dele dizer que eu tinha visto na minha frente o deus do trovão, um dos deuses nórdicos mais conhecidos, o próprio filho do deus Odin, UM DEUS! Era impossível!!

Ou eu estava dormindo e sonhando, ou eu tinha sido drogado e estava alucinando ou eu estava sendo enganado e era uma super pegadinha. Eu não lembrava nada de como tinha chegado naquele lugar e eu já tinha cansado de perguntar sem ninguém me responder e agora estavam me dizendo que eu estava num dos lugares descritos em lendas da mitologia nórdica e tinha visto na minha frente um Deus!

Quando me questionei tudo isso algo fez "click" na minha cabeça e eu fiquei estático e senti meu corpo inteiro formigar, Thjálfi me perguntou se eu estava bem e eu só consegui olhar pra eles e dizer: - Se eu estou em Thrudvangar e eu vi o Thor então... Eu estou morto!

-Não, Khriztian, você não está morto.




Não se esqueça de votar e conferir no fim da semana na nossa fanpage qual resultado foi escolhido!
Obrigado por se aventurar conosco atér aqui e fica ligado então no que virá!

Se quiser comentar ou sugerir manda aqui nos copmentários que com certeza veremos e responderemos e se curtiu bora compartilhar para seus amigos!!

Saudações da unicórnio e do barba!!! Boa semana para todos!



domingo, 12 de fevereiro de 2017

U&B: Uma aventura interativa - Capítulo 2

Fala guerreiros e guerreiras! Zenti linda!!!

MUITO OBRIGADO da nossa parte a todos os que decidiram embarcar conosco nesta aventura!!! Estamos muito felizes pela recepção do novo projeto!
Recebemos muitos feedbacks e por isso passamos por alguns ajustes para melhorar a experiencia interativa e de leitura de todos.

Por isso neste novo capítulo aprimoramos a extensão dele, trazendo capítulos mais curtos para todos poderem ter uma leitura mais dinâmica, e nossas próximas postagens terão seu dia ajustado também! ;) Avisaremos pela fanpage :)

E agora sem mais delongas... A opção mais votada durante a semana que passou foi:



Portanto, convidamos todos agora para voltarmos ao salão e de fato descobrir o que houve!!
Boa leitura!!!

Capítulo 2

Sem hesitar voltei correndo para o grande salão para ver o acontecido, algo não estava certo e os irmãos poderiam estar em perigo!
Entrei no salão e tudo parecia normal, a única coisa diferente era que todos, absolutamente todos, estavam de cabeça baixa, ninguém sequer olhava para o lado, todos encaravam o chão e o silêncio era absoluto dando espaço aos resquícios do estrondo que ainda ecoavam no lugar.

Eu não entendia! Eu tinha ouvido o som de uma explosão!
Então olhei para a entrada e lá estava, um ser imponente, que parecia ser o dono de tudo! Ele era muito alto, ninguém, absolutamente NINGUÉM, tinha aquela altura, deveria ter uns três metros!
Sua presença era forte, eu até diria onipotente!
Em pé, estático, olhando tudo através de uma espécie de capacete ou elmo de um metal parecido com cobre, porém diferente, que cobria toda sua cabeça deixando apenas parte do cabelo e da barba ruiva amostra.
O elmo era todo detalhado com um rosto esculpido e um tramado que lembrava uma grande barba, porém cada junção de cada forma era aberta e havia uma luminosidade muito forte correndo por baixo daquilo, um tom meio azul, meio branco que se concentrava na abertura dos olhos fortemente desprendendo dois feixes de luz que se adentravam no salão. Parecia que a sua cabeça era feita de eletricidade e esse capacete deixava aparecer uma parte dessa energia pelas fendas.
Era algo que poderia perfeitamente ter saído de um filme de ficção científica!

De repente um leve som que pareceu um pequeno relâmpago ecoou enquanto ele deu o primeiro passo e novamente se repetiu enquanto ele atravessava o salão vindo em direção da mesa a minha frente.
À medida que ele entrava as pessoas saiam, sem emitir qualquer som, um atrás do outro.



Logo percebi que atrás dele havia uma mulher escondida pelo tamanho daquele ser. Coberta por um denso véu até o chão, e tão alta quanto, mas não consegui distinguir mais nada porque Thjálfi e Röskva surgiram do nada na minha frente me carregando rapidamente corredor adentro.

Perguntei o que estava acontecendo, mas o irmão só me ordenou para me manter calado e caminhar o mais rápido possível enquanto segurava do meu braço e me carregava a toda velocidade.





Não se esqueça de votar e conferir no fim da semana na nossa fanpage qual resultado foi escolhido!
Obrigado por se aventurar conosco até aqui! Te aguardamos semana que vem!
E qualquer dúvida, sugestão ou apenas um"oizinho" pode escrever aqui nos comentários que responderemos e fica ligado na fanpage para ir vendo os "extras" desta aventura!

Uma saudação barbuda e guerreira acompanhada de uma unicórniana também!
Boa semana para todos!



domingo, 5 de fevereiro de 2017

U&B: Uma aventura interativa - Capítulo 1

Oi Zenti! Faaaala guerreiros e guerreiras!!!!
Nosso primeiro capítulo da nossa aventura interativa finalmente está aqui!!!
Estamos muito felizes em poder começar a compartilhar com vocês este projeto que há tanto tempo viemos desenvolvendo e criando.
Sem mais delongas bora então para o capítulo 1!

E para começar da melhor maneira o nosso barbudo criou uma capa especial para este nosso "livro virtual interativo" Nela você verá um panorama geral de tudo! Um grande resumo contendo pequenos spoilers do que virá :D (Coisa do Khriztian que não se aguenta sem jogar um spoiler, né? XD)
Tomara gostem e boa leitura :)





Capítulo 1


Poderia perfeitamente começar nossa história usando “Era uma vez", mas acho que é muito manjado e esta nossa estrada até hoje foi bem louca e nada teve a ver com contos de fada.
Sabe aquela sensação de acordar de um sonho muito bizarro tentando achar pistas da realidade? Então, eu me senti assim diversas vezes... E desconfio que a Athene também.
A vida realmente dá muita volta, ou melhor, ela vira do avesso tudo quando você menos imagina! Falam que isso são provações, mas desconfio que eu precisava aprender MUITO de mim mesmo para ter passado por todo o que passei!


A coisa toda começou realmente numa quinta feira de janeiro. Não que antes já não tivesse começado, por que eu estava vivendo a semana mais inacreditável da minha vida, e não falo num inacreditável de “que maravilhoso!”, mas de “que esquisito!”
Como de costume, acordei meio dolorido, afinal, não era o colchão mais macio do mundo, ou dos outros oito! Mas era o que estava disponível então eu não me queixava. Não em voz alta.
Olhei pela janela e mais uma vez o céu estava num contraste muito alto entre o azul acinzentado escuro e denso do céu contra o verde brilhante e fluorescente da grama dos campos que havia ao meu redor. Aquela brisa de tempestade vindo a frente carregando o cheiro de grama e terra molhada pelo sereno,

Sai do quarto e como de costume nesses últimos três dias tudo parecia meio vazio nos enormes corredores pouco iluminados e frios. Ainda não me acostumava com essa falta de movimento na minha volta, aquilo era muito grande e eu nunca tinha ficado tanto tempo assim num lugar como este. Confesso que por um lado estava curtindo muito estar nesta espécie de castelo que parecia ter saído das páginas de alguma das lendas que eu lia.

Caminhei reparando um pouco mais no local, acho que antes estava apavorado demais para perceber detalhes a minha volta, mas agora eu começava a me acostumar.  É difícil, claro! Eu sentia saudades de mil coisas, de muitas pessoas, mas não havia o que fazer, era me acostumar ou enlouquecer.
Reparei que a caminho da entrada havia uma porta que sempre estava fechada quando eu passava por lá, mas que hoje estava aberta e era um cômodo enorme e repleto de livros, total certeza que aquilo não era mais um quarto, mas a biblioteca.
Se tivesse mais tempo disponível  teria entrado e me divertido descobrindo os livros que se encontravam lá, mas Thjalfi já tinha jogado umas 20 pedrinhas contra minha janela, sinal de que precisava vê-lo logo, então não perdi mais tempo e caminhei o restante do corredor até a entrada desta enorme residência.
- Pensei que nunca mais desceria! Por que demorou tanto? Você dorme no segundo andar! Não é tão longe assim a saída!- retrucou Thjalfi.

Ele era mais alto do que eu, porém mais magro também. Com cabelos claros e aos lados alguns fios brancos acinzentados, mas não evidenciavam sinais de idade, pelo contrário! Thjalfi tinha cara de adolescente, um adolescente realmente alto e risonho com uma barbicha engraçada.

Olhei para ele, levantando as mãos pra cima em sinal de “fazer o que?” enquanto sorria debochado, e acho que ele não gostou. Expliquei então que tinha reparado na porta aberta daquela biblioteca e ele explicou que sim, era o que eu imaginava e por ser a única na casa era realmente grande, afinal, era muita gente e muito cômodo naquele lugar.

- Temos muito a fazer hoje? Eu realmente quero ir lá! Quero ver quais livros há nesse lugar, passar o tempo, ocupar minha cabeça! Está sendo muito difícil para mim! Me ajude! Quero ir lá!

Acho que fui muito enfático, pois o Thjalfi pareceu convencido... E até comovido!

-Temos algumas coisas para fazer antes que o senhor volte, e você viu que ele gosta das coisas certas e se altera com facilidade.  Após terminarmos eu mesmo levo você até lá e podemos passar o restante do dia em meio aos livros.

Entendi o recado, precisávamos colocar mãos na massa. Confesso que ainda estava me acostumando à vida de campo, era difícil para alguém ligado a tecnologias e ao mundo moderno como eu, mesmo gostando de passar tempo na natureza!





A manhã se passou em meio a trabalhos manuais de manutenção, um café improvisado no estábulo gigante e a caminhada na pequena floresta que nos rodeava para colher lenha junto com mais uns homens.
Era muito diferente da minha vida normal, era por momentos pesado e eu confesso que muitas vezes achei que não ia aguentar, mas aguentava e até gostava, não de tudo, mas de grande parte.
Passava do meio dia e eu poderia comer um boi inteiro, eu e o Thjalfi!  Ele era magro de ruim, pois comia muito mais do que eu, e olha que eu comia muito!

Fomos direto para o salão de refeições, uma sala muito maior do que a biblioteca. Lembro que a primeira vez em que entrei naquele salão pensei nele como o salão de Hogwarts. Era um salão de madeira rústica, teto alto e grandes janelas sobre uma das paredes que davam para a corda de montanhas ao fundo e um denso bosque em frente.
As beiradas das janelas e portas eram todas trabalhadas em tramados entalhados que formavam nós que se encontravam a cada certo espaçamento enquanto as aberturas eram de um metal escuro e que se espalhava em curvas sobre a madeira crua.

No restante das paredes havia escudos redondos, pintados entre azul escuro, prata, ouro e vermelho vinho, que por sinal eram cores que se repetiam várias vezes por todo aquele lugar. Em meio aos escudos, penduradas, pequenas lamparinas iluminavam o local, que embora estivesse claro, ganhava nuances douradas com o dançar das chamas.
Mesas rústicas, enormes e maciças tomavam conta do salão, eram três ao todo e provavelmente tinham de 5 a 10 metros de comprimento cada. Eu não exagerei quando disse que o salão era grande.
As mesas escuras eram acompanhadas por bancos tão rústicos quanto e após elas, lá no fim do salão, em frente à parede central, que parecia mais imponente que todas, havia uma quarta mesa, menor, talvez de uns dois metros, posicionada na direção oposta das outras mesas. Ela era pequena em tamanho, porém imponente quanto aparência. Madeira escura, forte, robusta, e tinha um animal esculpido em cada extremo da base, mas ainda não tinha conseguido decifrar o que era.
Não havia banco, mas duas cadeiras enormes, que mais pareciam tronos, uma delas maior do que a outra. Atrás, na parede, havia mais dois escudos e objetos metálicos na volta e no centro tinha uma escultura feita no que parecia ser algum tipo de metal que estranhamente brilhava entre prateado e dourado, era algo que eu nunca tinha visto. Era como um totem metálico, gigante, e era realmente lindo. Ele impunha total respeito somente de ser olhado.

Já tinham alguns moradores posicionados em algumas mesas e como toda refeição Thjálfi e eu fomos direto para a ultima mesa quase na ponta, próximos da mesa misteriosa, misteriosa porque eu não fazia ideia de a quem pertencia e esse era um detalhe importante, até esse momento, eu não fazia ideia do dono de tudo aquilo, tinha uma pista, e sei que no fundo também tinha claro quem fosse, mas naquele exato momento eu não prestava atenção para minhas desconfianças que eram humanamente impossíveis e totalmente irreais.
Na realidade, explicar aqueles três primeiros dias era impossível, ninguém em sã consciência me levaria a sério.
Na mesa, Röskva, irmã do Thjálfi, nos trouxe a comida e se sentou conosco. Ela ajudava na cozinha com as mulheres moradoras que faziam tarefas de cuidado da residência e cuidavam das comidas. Röskva era um pouco mais baixa do que Thjálfi, mas um era a cara do outro, tão magra quanto e com os cabelos longos e escorridos na exata cor do irmão.
A comida parecia realmente maravilhosa, ou eu estava com muita fome, mas tudo tinha aquele gosto maravilhoso de comida caseira e temperos naturais.  Era cheiro, aparência e sabor de comida rústica. Aquilo que você sabe que vai te trazer muito sustento e que será muito gostoso. E quem assava aqueles cordeiros sabia o que estava fazendo, definitivamente!.
A melhor parte era saborear tudo aquilo acompanhando com jarros de cerveja que pareciam nunca acabar! A cerveja de lá era sempre de dois tipos, ou era tipo Guinness ou tipo Bock, e confesso que a Bock me fazia suspirar. Eu sempre me perguntava de onde que eles tiravam tanta cerveja!? Porquê realmente, lá todo mundo bebia.

Enquanto comíamos eu insisti novamente no mesmo assunto que vinha insistindo nas últimas 24 horas e os irmãos não responderam; Quem era o dono daquilo tudo?
Eu não conseguia entender qual era o problema deles em me responder, parecia que sentiam medo, mas era um medo diferente... Quando tocava no assunto eles desconversavam e quando se referiam a ele durante o dia era com um respeito cego que para mim parecia submissão, eu sentia que o dono de lá era o próprio Darth Vader!
A questão é que mais uma vez desconversaram e eu irritado terminei meu almoço, bebi o restante da minha cerveja e levantei da mesa calado e de cara fechada saindo em direção a biblioteca.

Rumei no impulso pela porta que estava atrás de nós, ao lado da mesa do "grande senhor sei-lá-quem" e só depois percebi que eu não sabia onde era a biblioteca indo pelo corredor da frente, e não por esse do fundo que nunca tinha transitado, mas voltar ao salão e atravessá-lo para ir para o outro corredor bancando uma de perdido ou de bobo na frente dos irmãos estava fora de cogitação!

Portanto continuei adiante. O corredor deste lado era de pedra, ainda mais frio do que o de madeira escura da frente. A pedra parecia congelar ainda mais o lugar que já estava frio naturalmente.
Chifres nas paredes com velas internas iluminavam meus passos já que era realmente escuro e sem janelas, apenas um corredor longo que finalizava numa escada a uns vinte metros na minha frente.

Continuei caminhando perdido em pensamentos quando um estrondo muito forte me fez cair no chão. Era um som muito forte, grave e longo que vinha na direção das minhas costas, diretamente do grande salão de refeição. Parecia que uma bomba tivesse sido explodida lá!


Eu olhei em direção ao inicio do corredor sem saber o que fazer.



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Fique ligado por lá pois avisaremos antes de publicar o capítulo 2 na semana que vem. Corre pra votar!

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Mega abraço viking carregado de arco íris de unicórnio!